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Na tarde desta quarta-feira, 01 de junho, a Presidente Dra. Miriam Galuppo enviou e-mail para os administradores da SEPLAG e da Defesa Social solicitando, novamente, esclarecimentos a respeito do não pagamento da indenização do auxílio vestimenta, na esperança de obter algum retorno.
Leia abaixo a mensagem enviada:
"Boa tarde!
A Presidente do SINDEPOMINAS - Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de Minas Gerais vem, por meio deste e-mail, solicitar os necessários esclarecimentos a respeito do não pagamento da indenização do auxílio vestimenta para os servidores da Polícia Civil, conforme previsto no art. 50 da Lei Orgânica da Polícia Civil.
Em abril próximo passado, época em que o auxílio deveria ser pago, o Secretário de Estado de Planejamento e Gestão, Helvécio Magalhães, afirmou que o auxílio seria pago no mês de maio a todos os servidores das forças policiais do Estado.
A Polícia Civil, assim como o sistema prisional, foram surpreendidos, neste mês, com o não pagamento do auxílio, sem que houvesse, por parte da SEPLAG, quaisquer esclarecimentos a respeito do fato.
Diferentemente, o auxílio-fardamento está consignado no contracheque de todos os policiais militares, a ser pago neste mês de junho.
Portanto, perguntamos e esperamos esclarecimentos sobre o fato, com toda a fé no Altíssimo, já que até o presente momento, não obtivemos resposta ou audiência com qualquer autoridade da pasta, apesar dos incontáveis esforços para tal:
1) Por que não há planejamento prévio do Estado e reunião com as entidades de classe para evitar que o servidor (que também possui contas a pagar), já penalizado com o parcelamento do seu salário, seja novamente surpreendido com a falta de pagamento do benefício prometido e já atrasado desde abril?
2) Por que essa predileção do Estado em relação à co-irmã Polícia Militar? A Polícia Civil e o sistema prisional não mereceria isonomia de tratamento?
3) Se houve problemas financeiros por parte do Estado, por que não se pagou todos os servidores em parcelas, a despeito do que já acontece com os salários? Não seria, TALVEZ, mais justo?
4) Por que a SEPLAG ainda não emitiu nenhuma nota oficial a respeito do não pagamento?
5) Por que essa falta de transparência e coerência por parte do Estado?
Novamente no aguardo de receber os devidos esclarecimentos, agradeço a atenção dispensada."